Angola Eleição a País de Rendimento Médio pode facilitar financiamentos

Angola Eleição a País de Rendimento Médio pode facilitar financiamentos

A provável indicação de Angola a país de rendimento médio, prevista para Dezembro na ONU, é consentânea as potencialidades e perspectivas de desenvolvimento do país e pode trazer facilidades de financiamentos externos, declarou hoje, sexta-feira, a secretária de Estado para a cooperação.

Ângela Bragança falava à imprensa no final de uma audiência que o Vice-presidente da República, Manuel Vicente, concedeu ao secretário-geral adjunto das Nações Unidas e director para África do

Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD), Abdoulay Mar Dieye.

Para a diplomata angolana, “Angola busca um posicionamento consentâneo com a sua realidade, com as suas potencialidades e as suas perspectivas de desenvolvimento”.

Acredita que a indicação a país de rendimento médio Angola terá acesso a financiamentos e a mais opções no seu relacionamento com as instituições financeiras internacionais e com outros parceiros de cooperação.

Explica ser um processo iniciado em 2012, mas só em Julho deste ano o Conselho Económico e social, depois de avaliar a proposta do Comité de Política da ONU, e de ter conhecido as perspectivas do

Plano Nacional de Desenvolvimento, endossou a Assembleia Geral da organização internacional a candidatura angolana.

Espera que em Dezembro a Assembleia Geral da ONU adopte a decisão relativa a graduação de Angola em 2018.

Ângela Bragança informou que o país deverá solicitar uma moratória de mais dois anos, atendendo a actual situação económica e o seu impacto macroeconómico e nas políticas sociais, para que possa trabalhar mais com os parceiros de desenvolvimento e preparar uma estratégia de transição suave.

A secretária de Estado afirmou tratar-se de um processo que decorrerá provavelmente até 2021 ou 2023.

Afirmou que Angola tem de resolver ainda questões básicas, relativamente, a sustentabilidade económica e da melhoria do índice de desenvolvimento humano.

Os esforços para a certificação de Angola a país de rendimento médio podem ser um catalisador para a materialização das políticas inseridas no Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) e na agenda Angola 2025, declarou a secretária de Estado para a cooperação.

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